Quando o Brasil, tornou-se país em 1822 as coisas não mudaram muito, a elite continuou sendo a elite e tendo os privilégios de sempre, tomando agora as decisões de um país, com as mesmas exclusões de antes. Isso se refletia na primeira constituição onde se excluía grande parte da população, como por exemplo as mulheres, os analfabetos e era necessário a comprovação de renda mínima, sendo assim excluindo os pobres. Somente em 1881 a constituição eliminou a exigência de comprovação de renda para votar e ser votado.Já naquela época não existia fraudes pois não existiam nenhum tipo de ética e justiça eleitoral.
Somente após a ditadura de vargas veio uma experiência democrática, a primeira na história do Brasil. A constituição de 1946 manteve,até 1964, as conquistas sociais do período anterior e garantiu os tradicionais direitos civis e políticos, permitindo, inclusive a liberdade de imprensa e a organização política.
No entanto, a liberdade política era relativa, na medida em que determinados partidos eram proibidos, por exemplo o Partido Comunista, por causa do contexto da Guerra Fria. Outra restrição à liberdade referia-se ao direito de greve, que era proibida pela Justiça do Trabalho.
Mas foi somente na constituição de 1988 que as coisas mudaram, ela trouxe muitos direitos trabalhistas e sociais e tudo o que temos garantidos em lei hoje estão baseados nessa constituição que foi alterada e, 1990. Houve a criação dos estatutos da criança e do idoso, por exemplo, as cotas e programas para jovens com baixa renda, entre outras coisas que foram citadas em postagens anteriores.
Com tudo, a cidadania brasileira nos últimos 20 anos merece um estudo mais profundo e avançado, devido a sua evolução e globalização, da revolução de informação e conhecimento e da maneira com que o povo está apto ao crescimento.
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